O&M – Um grave problema no acesso de país – 80 Minutes, então?

O tempo é dinheiro, claro, são recursos, quer sejam públicos, quer privados, todavia, a qualidade total, para uma sociedade menos doente e mais fértil, a da eficiência com a eficácia, a desejável a qualquer um que se preze, não ocorre com pressa e com a indiferença social, cada vez mais em voga, devido a superespecialização, o preciosismo, numa sociedade cada vez mais bitolada, helena e pedante com requintes de arrogância, que muitas vezes nos afasta do plano social maior a todos, o de sociedade ampla, alguns já acordaram para a coopetição, falta regulamentações também nisto. Será que 70% das vagas do mercado de trabalho, se darem por indicação de seus públicos internos, externos e ou próximos, ou seja, corporativismo, teremos a coesão, a qualidade, que um Estado pode proporcionar a todos os seus citadinos?
A pressa, já foi amplamente discutida por muitos profissionais de Saúde importantes. A pressa de se alimentar, por exemplo, é muito mais do que uma gaf, pode provocar desde um mal estar, até uma grave doença intestinal, e portanto, até mental em muitos casos. A pressa, faz com que as pessoas já no final de suas vidas, passem a valorizar melhor os seus momentos, e infelizmente, muitas pessoas não conseguem viver sem aquela programação do seu serviço, e em 40% dos aposentados, os que param mesmo, temos um alto índice de óbitos.

Ainda em Saúde, o Stress da guerra civil velada que vive o nosso país, da poluição em quase tudo também, por conta desta pressa, nos nossos Médicos, o índice de drogas lícitas e de mortes precoces, ocorre também quase nesta mesma proporção, na casa dos 33% ou até muito mais. As soluções  de remédios e de exames genéricos, vem melhorando a espectativa de vida ainda, apesar da falta de qualidade vir acontecendo, justamente porque o sistema privado, o corporate, não entra aonde não dá lucro máximo, temos o causalismo do Saneamento versus SUS, aonde investir num é eliminar o outro em 1/20. Sim, o máximo Srs… E a ética, vem sendo abafada, com a psicanálise do Congresso Nacional em alta, piorando os acessos ainda mais, por ocultar, manter o “Status quo”, o regime stamental, de quem não merece, por trabalhar indiferente à vida pelo menos.

O O&M – Organização e Métodos, é um importante ajuste deste compasso acelerado até na carótida, na busca por esta qualidade total humana, um compasso mais suave, com a eficiência e a eficácia acoplados, dentro dos recursos disponíveis, algumas instituições já galgaram excelentes sucessos nas classes média e alta, vivendo com a qualidade total, principalmente, porque tem mais tempo para se preocupar com detalhes, são educados para se valirizar quanto a isto, tem mais auto-estima. Há Bancos que já conseguem atender a seus clientes, até quando não, os personalitês ou VIPs – Very Importants, em 15 minutos ou menos, e com pós marketing e tudo, até.

Nas classes menos abastadas como a minha, já temos o Bom-Prato, que apesar de simples por demais, é um bom exemplo de O&M, pouco se vendo filas enormes ou pessoas sem o atendimento, naquelas condições dificeis da escória social, reflexo da marginalidade de indiferenças sociais, das classes que deveriam dar melhores exemplos de dignidade humana, pois podem embuti-los, sim, com a computação Alpha, a atualmente predatória, de que já dispõem no século 21, podem adiar e muito a degradação humana, que pode ou não ser contornável, dependendo destes ajustes, numa superpopulação que nos cobrará, a natureza não perdoa nunca a culpa ou o dolo…

Diante de tudo isto, e poderíamos tecer muitos outros exemplos, que cada qual, em seu universo, poderia tecer até exemplos, aonde o O&M é até falta de qualidade, em vícios de corruptocracia, como as centenas de milhares de reclamações registradas nos Procons do país afora sem a divida solução adequada, descontentamentos, enfim, cada qual tem suas vivências, sua quilometragem de vida, suas expectativas.

A mensagem que gostaria de passar, pra concluir, neste breve relato meu, nas minhas idiosincrasias que já pude vivenciar, não me considerando idealista nisto, de modo algum, mas na busca pela abertura de uma sinapse, uma idéia maior, quanto a ética moderna, é que O&M mal feito por pessoas de outras culturas e de interesses menos comprometidos com o país, que não vivem nas ruas, na vida de quem paga esta conta, sem vistas ao pós marketing, a qualidade total da Eficiência e da Eficácia – vem sendo um grave problema no acesso de país, quer seja principalmente público e em menor escala, porém mais restrito ao dinheiro, o privado, que quanto mais qualidade, mais caro o é…

Então, 80 Minutes, seriam maiores do que 60 Minutes, se nesta diferença não houver as indiferenças mencionadas? Depende da Ética e do país em que se quer viver Brasil, Estados Unidos ou Europa… Eu vejo, que desde o Judiciário até o Legislativo brasileiro, por exemplo, e até na Política, pessoas até de bom caráter e de conduta razoável, 50% da população aproximadamente, relembro, vivem se “degladiando” igual “galos de psicanálise, a white, aonde excludente pode e chamar de esquizofrênico light, antes de cidadão, também a luz do Direito Constitucional.” Então, vemos decisões que precisariam ser tomadas em 6 horas ou dias inteiros, semanas, sendo adotadas medidas paliativas e caras, que são a diferença entre a vida e a morte em 5 minutos. Um Juiz de Direito já direcionadinho, vem resolvendo 50 processos em um só dia, com o coitado do oficial, virando tarólogo, vidente e coisas do gênero, aguentando e muito atrito, stress, de pessoas que esperaram cinco anos, por aqueles cinco minutos ou menos, que não poderiam ser cinco anos, em cinco minutos… Então os juízes, digníssimos ou não, como queiram, preferia o enfoque menos penal para o mais maduro, estão deixando de ter aquele zelo antigo de apurar mais as circunstâncias como inquérito policial, exigir workflow, fluxos administrativos, auditorias situacioanais e principalmente a coesão, a compilação daquele problema numa só análise mais produtiva e etc., etc. Sendo e muito confundidos com corrupção verdadeira. A indiferença, faz calar, e as pessoas que se beneficiam disto, deste país sendo vilipendiado, implodido, já nas portas do separatismo, indiferença esta que muitas vezes, não se trata de incompetência pura e simples, temos excelentes formações de lato sensos ainda no país, mas a indiferença quanto a qualidade total, do pós marketing, da eficiência e da eficácia, o tempo maior para a cidadania dele na rua dele, hoje em dia… Na política, temos o horário político de cronômetro pirotécnico, manipulação até de novela das oito, aonde os ocupantes de cargos públicos, os mais galãs em estilo Francês ou Britânico, enfim, os Lords, irão decidir montas importantes, sem o devido tempo de recalque maior, aprofundamento colateral da questão, a maturidade, e temos o congresso que temos, uma falta de recalques completos, uma mídia, a grande e grande mesmo, com cronômetros e tudo nisto, funcionando como uma impressora, uma máquina industrial, um caça níquel em muitos casos quando o interesse fala mais alto na batalha da sobrevivência de seus investidores, quando na verdade deveria ser um canal de comunicação social, sem persuasão e penetrações, homonimias e etc., enfim, deveria ser um canal de didática, com vistas na melhora do diagnóstico do país, que é uma UTI aos 38 ou até menos anos de idade em todas as classes sociais, pasmem, nos ricos faltam também pais, além de paz… Importamos e muito, sem a tropicalização, a nossa realidade, e nos esquecemos de importar também as leis daqueles países de origens, como leis anti facismo e anti monopólio, pois muitos destes grupos corporativos são anjos lá também, muitas vezes corsários ou mesmo mercenários, se fazendo de mecenas…

Enfim, o O&M, a Qualidade Total, a busca pela eficiência com a eficácia é meu laudo final para diminuir a corruptocracia e a grande dor-de-cabeça, que está pelo Direito Penal, na urgência e emergencial essencial neste momento de Operação Lava-a-Jato e ou MPs, que o país vem enfrentando em todos os setores sociais e de interesses, sem que se perca a praticidade, mas que se busque encontrar a Ética, ao menos a qualidade aceitável no SUS, no Direito público, enfim na boa vida social, como deve voltar a ser e estar, voltarmos no Brasil a ser o afã da civilização… Alguns países já alcançaram, falta Ética, falta um tempo muito maior na vida pela vida. A nossa vida vem sendo manipulada neste cronômetro falso, que produz muita indiferença e gastos público-privados a todos, mesmo quando alguns já possam se julgar boas soluções…

 

A Geometria Fractal – Estatística Científica Avançada (Exemplo: geometria da figura de uma nuvem do céu)

Fractal

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

geometria fractal é o ramo da matemática que estuda as propriedades e comportamento dos fractais. Descreve muitas situações que não podem ser explicadas facilmente pela geometria clássica, e foram aplicadas em ciênciatecnologia e arte gerada por computador. As raízes conceituais dos fractais remontam as tentativas de medir o tamanho de objetos para os quais as definições tradicionais baseadas na geometria euclidiana falham.

Um fractal é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente autossimilares e de escala. Em muitos casos um fractal pode ser gerado por um padrão repetido, tipicamente um processo recorrente ou iterativo.

O termo foi criado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, que descobriu a geometria fractal na década de 70 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar[1].

Vários tipos de fractais foram originalmente estudados como objetos matemáticos.

Outra vista do conjunto de Mandelbrot.

Fractais (do latim fractus, fração, quebrado) são figuras da geometria não-Euclidiana.

Matéria Completa em:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fractal

Curso on-line gratuito da Fractalfoundation:

https://fractalfoundation.org/resources/lessons/

Fuzzy Logic – Romper a polarização do pensamento de redes como as redes sociais, dado pela lógica booleana tradicional, promovendo dados mais realísticos em gradientes de informações de maior competitividade

Aplicações da Fuzzy Logic

O computador apenas tornou-se a melhor máquina, a mais potente nos cálculos empresariais e acadêmicos do nosso século, por conta do raciocínio dialético, o da lógica booleana, o sentido das dualidades do Zen Budista, do senso negativo e o positivo, de uma afirmação filosófica quantificada e qualificada, são os zeros e uns, dos bits, que bem agrupados, formam os bytes, letras, e agrupando-se mais, formou-se as  palavras, e assim por diante, modela e domina a Computação Científica, foram as bases que solidificaram a computação contemporânea.

A dialética sempre norteou o pensamento humano enquanto o homem ainda não era um ser complexo, a população sempre foi menor do que hoje, no entanto, já foi a guerra por conta de interesses e infelizmente em superprodução. Faz muitas contas ainda à mão e contas fantásticas, expressões algorítmicas, que parecem verdadeiras funções de computador, sem computação envolvida, sem nenhum dispositivo eletrônico acoplado a elas. Muitas fórmulas que temos hoje no mundo acadêmico-científico remontam dos gregos, do século V. antes de Cristo, no entanto foram consagradas, principalmente no século das luzes, o XVIII, quando por força de muitas correntes de pensamento e na industrialização, que o homem por meio deste raciocínio simples de polarização de pensamento, criou uma série de inventos importantes como as telecomunicações e a eletricidade, as exigências eram muitas mas não havia a alta complexidade atual.

Hoje com a complexidade da vida moderna, as fortes demandas da economia em escassez em muitas classes sociais, a biodisponibilidade a todo vapor, com a concentração de renda incondicional, o predatismo da computação nas nuvens na era da “certeza”, das exatas, diminuindo quase que integralmente todas as chances dos mercados, impera o raciocínio cada vez mais exato, cada vez mais preciso, para isto temos o “zoom” dos dados do plano operacional empresarial, promovido pelas soluções de IOT – Internet das coisas, aonde uma esteira pode conter, coletores de dados, informações de toda uma linha de produção, todo o PCP – Programa e Controle da Produção, aumentando significativamente a competitividade, chances de mercado, num trade-off, uma concorrência mais acirrada, pois a população não para de crescer, também na logística, economia e otimizações são tão fundamentais, como numa formula-1 ou Indy, aonde cada segundo é a diferença do título e entre a vida e a morte de uma equipe de mercado na vida corporativa real, ainda que pareçam-se cavaleiros modernos. A Matemática e a Estatística, bem como a filosofia, encontram no computador um aliado nesta corrida da vida pela sobrevivência individual e coletiva: A Lógica Fuzzy, calcada no mesmo raciocínio dialético, porém muito mais exato, pois não se restringe apenas em positivo e negativo, direita ou esquerda, e sim em uma escala, de mais verdadeiro a mais falso, indo num exemplo grosseiro, de zero a 10, aonde 0 é totalmente falso e 10, totalmente verdadeiro, aumentando a veracidade dos dados, rumo a quebrar com o paradigma do pensamento polarizado, do pensamento mais simplista, de uma vida antiga, mas que originou esta, consideremos. Ainda nesta Lógica Fuzzy, temos esta árvore de decisões, nesta mesma escala, a cada número, cada nível deste valor, temos outras 10 hipóteses… promovendo, portanto, dados mais realísticos em gradientes de informação mais competivivas, aumentando suas chances, adiando o predatismo da concentração de renda incondicional do primeiro mundo, domínio, principalmente sobre sua imagem, terceiro. Buscar a excelência pela qualidade é um elemento que apenas sociedades asiáticas detem, pois a superpopulação já chegou por lá com os seus desafios todos ao planeta…

As Máquinas do tempo da Princeton University – Assimilação de notório saber – Latim x Vulgato, ainda hoje?

Vejam bem Drs. CMSs, (Tentando desmistificando a Paloza da F1, mais ou menos… É que me deram uma semente estatística Alpha, que ainda não digeri muito bem… E estou tentando ser resiliente nas idéias e sinapses deles, ainda que possam me considerar o Beta…) No budismo temos que a água de um rio passa apenas uma vez por um determinado lugar, sendo um evento único. É o processo de vida referencial daquele lugar, sua identidade sociológica, suas raízes, sua essência tênue, sua alma… Na tentativa de mudança deste padrão de referências, daquele lugar, ocorreu que eles começaram a perder a sua identidade cultural, e a seguir certos padrões de tendências, como a de índios brasileiros, de áreas como a dos Eldorado dos Carajás, que vão para as cidades, dificilmente não serão alcoólatras, lá no caso sachê, por conta de uma assimilação cultural, de fundo econômico-financeiro, tal qual a América exerce no mundo inteiro conjuntamente com a Europa e suas inteligências, que são como primos, se criticam, criticam, mas que sempre se entendem no fechamento da conta, enfim os EUA, por conta de seus investimentos massivos que auriram pelo capital beligerante de que dipõe durante quase um século tem estas tratativas e a Jude os ajuda muito… Temos que os clubes de democratas, da Dra (Nina) Hilary Clinton, apostam mais nas Motherships (espaço) e do (Gupta)Trump, continuam nesta indústria beligerante… Nestes caminhos, nestas escolhas, que não os de localidades, mas nomes de guerra, corporativismos, em que uma é ambulância e o outro “menino” (policial), as referências até quanto a constituições locais, vem perdendo força, movimentos separatistas acontecem, temos que como qualquer assimilação cultural e antropológica, o feitiço vem voltando contra o feiticeiro e tal qual o império romano, os bárbaros vem querendo adentrar em sua realeza, pois realmente estas projeções nos remetem a isto e até o facismo não é exceção, queremos estar incluídos em algum contexto civilizatório mais profíncuo, pois a vida quer sempre o melhor, ainda que não seja, a melhor comida, a melhor roupa, a melhor moradia, a mulher, o homem, enfim, o ser humano é transcendetente… É luz verdadeira… E a vida sempre encontra um meio… Quem sou eu para questionar PHDs e eventuais Gênios que possam mesmo ter existido de alguma maneira, mas devo relatar também que nada ocorre isoladamente, são correntes de pensamento, de comunidades acadêmicas, assim como o avião, assim como o rádio e tv, aquilo iria acontecer pelos irmão Write ou pelo nosso Gênio da Demozele… O rádio, fosse Tesla ou Marconi, iria aparecer, ainda que outro os patenteasse, pois eram pensamentos de correntes, muito mais estruturados e não se baseavam em mitos… Pois o mito, assim como os prêmios, são técnicas do Stalinismo, assim como o raciocínio Belt, foram importados da Ex-URSS, aonde num Nobel, um é e alguns outros quase, e milhares desistem de tudo… Algo que no raciocínio antigo, do século 18, o das luzes era mais interessante. Enfim respeito a teoria de vocês: É uma teoria e tanto – Parabéns. Dá até para conseguir mais investimentos para a Nasa, acredito que ela está neste posicionamento também… Agora trazendo a conversa para um plano muito mais atual, contemporâneo e puxando meio que a sardinha para a minha tendência e na minha formação, a de Data Science, ao menos em teoria Grid, nenhum de nós chegou lá em Grid Computing…, que é o da realidade virtual, temos cantores voltando a dar show por meio de efeitos holográficos, estamos chegando na era dos exabytes, com a IOT, Internet das coisas, então os knowledgedbases, as bases de conhecimento vem aumentando exponencialmente, a informática supercomputacional portuguesa consegue rodar rotinas em físico-química, a própria americana, vem conseguindo armazenar na biológica, temos a cloud computing, os clusters ainda mais velozes, enfim, um vale do silício ocioso até e no Brasil, um Santos Dumont, supercomputador apagado por falta de energia, pagamento. Tivemos ainda a proposta de uma supercomputação ainda mais barata, que são processos de máquina rodando e aproveitando a ociosidade da Web, pois muitos ficam apenas no Excel e em pagininhas, com as suas “ferraris”, “maclarens”, “mercedez”, praticamente na garagem… ociosos… Temos então dados estatísticos do mundo todo e hoje digitalizados, temos este youtube como o maior exemplo, maior volume de dados sem precedentes na história da humanidade, ainda que não pague a autoria, prejudicando neste processo de referência cultural por um lado e incentivando por outro, pois estão de alguma maneira, que não a financeira lembrando daquela arte, daquele invento também, diga-se de passagem… Então temos câmeras que detectam comportamento também, temos simuladores de voos, temos simuladores de remédios, de artefatos bélicos, industriais… Temos algumas técnicas como dataminings, predictive models, modelos estatísticos preditivos, alguns com mais de 90% de chance de acerto em circunstâncias complexas, que estão avançando cada vez mais… E ninguém está, ou me parece estar preocupado com este Grid para ajudar a matar a fome, a evitar conflitos sociais, a evitar a devastação da espécie humana sem ditaduras, ninguém está preocupado com as culturas locais mesmo… Então falta um Grid Computacional com estas preocupações e projeções tanto para frente quanto pra traz no tempo, o nosso, o da sobrevivência do planeta, o da espécie, recriar o paraíso perdido, de maneira muito real, factível e apropriada. Reclamei Drs., porque acho que deste modo é muito mais fácil e barato, pois há até ociosidade no Silício de algumas de suas Califórnias, que resilientemente dá para aproveitar… Então acredito jogos no estilo Dreamweaver, podem ocorrer em viagens para o passado e para o futuro, baseado em modelos preditivos e de muita e até infinita complexidade, baseada nestes knowledgedbases, já existentes e mais honestos do que muitos de cunho mercadológico. Temos uma Ciência muito em mercados, com estas condicionantes apresentadas por este tipo de vídeo que precisam e devem ser revistas, para algo mais palpável, se assim entenderem que podem rever a Ciência numa escala muito mais de inteligência emocional unida a artificial e outras mais novas e éticas, inserindo padrões de outras civilizações mais prósperas nas futuras, com condicionantes melhores e mitigadores de antagonismos, como o meu possa parecer aos Drs., então é isto! Torço para um mundo melhor e maior e contamos com este meu “H” também… Que acho que já está na hora de agitar… A coesão da Ciência para recriar um paraíso e não para ficarmos nos expulsando dele… Regras melhores, maiores e mais claras e de respeito para ser respeitado, inclusive! De qualquer modo Valeu mesmo, Não existem homens perfeitos, mas sim intenções perfeitas e quem sou eu para julgar o coração de alguém, mas que não poderia deixar de manifestar o meu e o mundo no qual espero continuar a viver e quero que melhoremos todos naquilo que podemos e poderemos cada vez mais… Peço que se alguém puder, apresentem isto aos mentores do vídeo este meu feedback… A máquina do tempo já é realidade, somente ainda não a montamos como já deveriamos te-la feito por conta do nosso individualismo e indiferença para com a vida, principalmente…

A data de validade da linguagem no plano científico tecnológico poluindo até a arte

Em toda profissão, principalmente as que lidam com Ciência e Tecnologia, enfim conhecimento, tem que se reciclar, rever todo o seu currículo a cada cinco anos afim de continuar competitivo. Temos que nossas universidades, dado que o mercado de trabalho encontra-se muito predador, em concentração de renda de maneira irreversível, muito em oligopólios e monopólios, está muito defasada em muitos casos há mais duas décadas e realmente tudo isto não é por acaso.
Talvez até de como certas ausências de pais e de mães estão sendo até manipuladas por setores de inteligência como a Francesa e americana, principalmente, creio eu.
Existe uma grande associação entre o estudo e o sexo. Os mais estudados, praticam mais sexo mundialmente falando. Tal é a indireta praticada em certos meios por acrônimos, sopas de letras, que não são sinônimos muitas vezes, porém, parecidos com sequestros de subjetividade, quando em antônimos, que sejam como: CRM – Customer Relatioship Management – Sistemas utilizados pelo mundo afora para conquistar, fidelizar cativar o seu cliente, ainda que sejam as empresas predatórias e monopólios e oligopólios. São alcatéias de lobos aonde numa matilha, um não come o outro, ainda que em grupos as pessoas não sejam muito sinceros, até mesmo por questões de assimilação de poder ou mesmo assimilação cultural… Os antropólogos sabem bem do que estou dizendo… CRM – Conselho Regional de Medicina. Que sejam produtos e entidades nesta relação mental, no politicamente correto, mas que numa carga maior de direcionamentos, que acontecem no plano real, perturba mesmo, esgotam estímulos, autoafirmam, fragmentam e fragilizam toda uma Ciência importante, aumentam o Stress de profissionais de TI, Médicos e etc.
Afim de manterem-se parques industriais sem grandes mudanças ou mesmo estruturas públicas, empresas como a Microsoft Corporation, que detém produtos como o Microsoft Windows, tem em sua estrutura ideológica estes mesmo conceitos de sopas de letrinhas, os SOAPs, fragilizando até por meio de outros mecanismos como sósias recentemente em mimetismo, como camaleões que mudam de cor para sobressair, mudam de tamanho, modas temporais indianas como o Google também utiliza, dentre outros, a Microsoft mantém a sua presença em Relações Públicas de governos de maneira intocável, por meio de influências até em justiça, ainda como notória competência e especialização em plena era do Open source… Como a resposta Linux não tem tanta coesão, porém emprega um pouco mais e distribui este ativo permanente, temos inúmeros Linuxes surgindo, como resposta à necessidade por soluções do mercado de trabalho, porém, esta com uma certa deixa ao Open source, em sendo fragmentado, pois esta fragilização interessa ao setor Clinton principalmente, contudo, devido a redução de custos de TCO – Total Cust of Ownership, redução do custo total de TI, este mercado hoje concentra mais de 67% de sua presença em servidores web, sendo uma exceção dentre outras aonde isto realmente não ocorre em software, por exemplo como o Office, apesar de o Libreoffice ser um grande produto. Ainda temos que o Vale do Silício anda meio de capacidade ociosa, tendo estes servidores e dados sobre eles que ser atualizados também em função disto.
Enfim, a comunicação precisa estudar mais e como formadora de opinião, precisa muito mudar isto, de um certo grau para acabar com os “Jucas”, festivais de jovens da ECA, que acabam com algum problema, que de quando em vez nos atrapalham a todos, hoje em nossas casas! Um esmero, um amor maior, afim de que deixemos certos operandi de “casta” dentre nós, corporativismos tanto da chamada Direita, quanto da dita esquerda e até poder paralelo, principalmente nos que sobrevivem a tudo isto de certa maneira ainda.
Somos realmente infelizes até em didática, ultimamente. Não é totalmente culpa do setor Custeau e o Alemão da Mídia, mas eles têm e muito que ver com isto! Com uma certa ditadura no campo da psicanálise, psicologia e psiquiatria de seus Call e Contact Centers…
Por outro lado, ainda a taxonomia, os nomes de remédios e até terminologias de suas composições, veículos, se posicionam em taxonomias límbicas, no cunho de lembranças, em que as grandes empresas alegam que é para acessar melhor os seus canais de vendas, mas que há esta outra estratégia envolvida, a de “esgotar” os nossos estímulos, após os 34 anos, quando o cidadão brasileiro é trocado pelo mais jovem nas relações de mercados, o que se sujeita mais, o brasileiro praticamente é desprezado em termos de mercado de trabalho, nesta data de validade acadêmico científica, inclusive. O raciocínio multinacional é este!
Temos uma morte importante neste quesito a ser enfrentada e diminuída pelo CRM, o Médico… E a Ciência precisa voltar a curar, em sendo mais causalística… A Didática, a Mídia, enfim, o mundo acadêmico científico tem que rever os seus conceitos, o plano corporativo precisa voltar a ter nomes próprios, assumir mais os seus atos e fatos, pois do contrário, deixando a Ciência mais em mercados, ficaremos todos num campo cada vez mais infértil e teremos menos felicidade… De menos marcos civilizatórios… Apenas estou neste nível porque só tive que parar de assistir a TV maior e em guerras por seguros…
Afirmo também que temos problemas que desencadeiam autoafirmação pública, com acrônimos que se situam em áreas de antônimos ou mesmo sinônimos, do ponto de vista de uma relação de grupos sociais em linguagens, símbolos, sou programador analista, consequentemente um pouco mais perceptível a símbolos, algo que minha esposa não o é, apenas em pessoas monitoradas e em sucessão isto fica mais evidente, e há grupos com esquemas do continente Africano, já aplicando estes sistemas de monitoramento e até alma, em laboratórios de exames, há a necessidade de se consultar todas as pessoas que se acham vítimas disto, para saber se ocorre o mesmo que ocorreu comigo, nestes “nichos”, enfim este “boi de sequestro”, no mínimo, que está também em:
SMS – Mensagens de celular, Empresa de nobreak, Secretaria Municipal de Saúde;
CBS – Utilizada em placas de ônibus, sendo do mesmo “clam” – Comunicações Brasil Sat dentre outros como a empresa de Robert Morton, do setor de inteligência americano e ex-programador da CBS;
ECT – Utilizado em placas de rua e também nestes ônibus locais, sendo Empresa de Correios e Telegrafos;
CBN – Utilizado em placas de carros de particulares e também sendo a sigla de uma importante emissora de rádio, talvez antônimamante;
At al – Significa: “E outros” relacionado a autoria de livros, ETC.
E inúmeras outras que formam um inferno astral no campo mental de seres humanos monitorados levianamente do ponto de vista de pessoas como eu já fui, que realmente são direcionadas por sua necessidades econômicas a ir ou não até nas zonas de influência destes grupos, denotam e conotam que tal monitoramento está sendo utilizado com este mesmo tipo de esgotamento de estímulos, autoafirmação entre outros aspectos tangíveis e ou intangíveis como o afastamento de memória, de grupos sociais, enfraquecendo vínculos, temos que eles utilizam-se deste sistema como:
Por exemplo em didática Médica, o termo Escoliose – Um problema de coluna, utilizado até como humor negro num recalque incompleto de um cidadão do vulgato, de popular, poderia passar o seguinte expediente, a seguinte mensagem degradante da Ciência, enfim os “retos” entenderiam como: Escola(Unifesp) Li(Chines) ose(doença). Doença do Chinês… É uma intangibilidade que deslocada em reações em cadeia, produzem esgotamento de estímulos e sequestros de subjetividade por estes grupos e afastamento do saber, principalmente os clássicos, numa lógica de Status quo, dos prováveis mandantes :
– Sindical – Motadoras – Detran;
– Abert em seus associados todos – Detran;
– Acadêmicos como Unifesp, USP, Objetivo, APM de Médicos dentre outros – Sujeição a Lobies de Grupos farmacêuticos e Ciência e Tecnologia de fora do país, principalmente, sendo que as farmácias, em especial os suplementos, são o ramo deste varejo com maiores atravessadores em termos de preços ao usuário final.
– Ladrões do poder paralelo como uma placa de carro falsa e de outrem, no carro de alguém, para prejudicar a outras que podem ser pessoas de bem, como clonagem destas placas;
Certos preconceitos e separatismos também são produzidos como diversão, diante da teoria do estímulo por publicitários nazistas do passado ariano até hoje, viramos muito comediantes até, muito demonstrado por Carl Jung no sentido de terapia resiliente por seus livros sobre símbolos, enfim há grupos utilizando-se destes expedientes de acordo com as suas próprias concupiscências, relatado até pela Bíblia em 2º Timóteo 4º, demonstrado que isto tem mais de 5000 anos no campo até da antropologia Campbell.
Enfim, são lembranças e que também são verdadeiros “sortilégios”, “malefícios”, como acredito mesmo que o foram há décadas neste país e mundo, sua assimilação e até antagonismo do ponto de vista acadêmico de antropologia, do poder local e suas relações de comércio e de interesses exteriores, que em meu ramo foi Ciência e Tecnologia, principalmente, afetando bens e direitos das pessoas, afastando-os de bens públicos, de vida pública.
Acreditemos em resiliência neste problema todo. É necessário mudar esta consciência hoje de “casta”, feudos, cartéis, para isonomia constitucional, aonde todos tenham que resignificar este conceito hoje de “magna”,  para CF – Constituição Federal, num estudo melhor e maior, não podendo ser realizado pelos mesmos Drs. que as construíram, relembro. Há conflitos enormes!
Ou resolve-se os problemas ou acostuma-se com as dores… A isonomia constitucional precisa mesmo ser meta em nosso país!
Em TI respeitar-se é um bom começo, parar um pouco, se desadaptar, respeitar férias, finais de semana, contatos com familiares, ter animais, plantas, ir a uma praça, enfim viajar também é muito importante: Detox é assim!
O apego exagerado as normas esconde incompetência assim como o apego exagerado a estética esconde ausência de um conteúdo de vida.
De certa maneira a moda impulsiona tendências, porém quando em exageros e sem o devido estudo, produz um mundo tal qual o vemos e aonde muitos querendo ser o que não são numa esquizofrenia social, que tanto nos aflige, bastando que cada qual, encontre um meio de mudar o seu mundo e o mundo para que o mundo volte a ser mais fértil do que vem sendo, até em termos de reprodução, que toda a poluição, seja a ambiental, seja a psicológica estão acabando com o homem.
Eu percebi um movimento importante e relações muito conflituosas e em trade-offs(Competição leal e desleal), em que o Estado brasileiro, detém dívidas públicas importantes, e de pastas também importantes, rolando em dotações de orçamentos importantes e na classe média preponderantemente em detrimento dos demais, por conta de personalidades também importantes desta mesma classe importante, seu público alvo, o target projetivo até. Algo que se utilizado de qualquer maneira, e sem a devida coesão, de uma Ciência que perde espaço para tecnologias, num raciocínio mais mercantil e menor, pode quebrar mídias em atividades importantes e inteiras neste nosso país, pelo operandi observado em minha pessoa, a chamada “cabeça”, perdendo profissão, por meio de filtros de imagem principalmente do setor “doença” aonde deveria ser “saúde”. Estas contas públicas ou mesmo isenções, no meu modo de ver, de um cidadão que também quer e precisa sair de cidadelas, neste contexto, de alguns corporativismos e de casts, não muito próprios e mal assumidos, que vivi em metro linha 743, de Raul Seixas semelhantemente falando, me sentia nisto também, então, por isto é que apenas e tão somente, acredito que estas contas poderiam no meu modo de ver, serem utilizadas como tal, como sobras que sejam desta outra fonte, mediante resultados positivos e mensurados até economicamente falando, com ROISS – Retornos sobre os investimentos sociais, desde que diminuam os custos e despesas das pastas em que o Estado Brasileiro, tem estas ditas dotações ou mesmo isenções fiscais aos mesmos em toda a sua cadeia de valor agregado, inclusive. E os CRMs, APMs e CFM Médicos e Afins, devem responder por elas até por omissão e ou converterem isto, em dotação própria e específica, transparente ao povo, pra não necessitarem de mais nenhum “bode-expiatório”, como me senti e sinto, uma vez “duda”, “dúvida” em espanhol, sempre “dúvida”, para encontrar este “jabá” dentre os mesmos das rodas de acadêmicos, apenas muda-se de mão, como que num acordo de cavalheiros, dos idos medievais, para seus grupos corporativistas… Então Drs., esta conversa já está longe demais… Que a conta não pode dar lucro, disto juridicamente até bem sei, mas é necessário mais transparência quanto a isto e resiliência, pois os psiquiatras, psicólogos, psicanalistas e etc. destas emissoras estão indo longe demais no desrespeito a Ética e em verdadeiros atentados a Constituição, quanto aos direitos e as garantias individuais, Kant não é suficiente, precisamos ir além, as dificuldades e problemas sociais precisam de respostas melhores e maiores… Não fui nem o OK? Tá certo? Não fui e não sou engenheiro social de nada e nem cargo público tenho, sou um cidadão, muito que vivendo em cidadela, por conta de tais liberdades assistidas, liberdades que sequer tem contratos ou mesmo autorizações, totalmente prescritos em termos de procedimentos de saúde, enfim, o único que percebi que atuou da maneira correta da influência da IURD da rede Record, por exemplo, foi o prefeito Marcelo Crivella, que cobrou a Unimed, as dívidas dela em sua prefeitura, então é necessário acabar com estas rosinhas(em menção a pasta rosa) por conta própria, esta conversa acaba nisto… Estas falsas cortesias com o chapéu de outrem, precisam ter fim! Pois acabam por perfazer um veículo desgovernado em todas as nossas vidas! Ninguém pode ser “besta” de ninguém… São famílias inteiras que podem estar indo para o caixão… Não é chacota… É realidade, naqueles Ivo Holandas, há relatos de gente que levou até pregos nos olhos, relatado isto em show da Legião Urbana ao público, e assisti a isto pelo youtube também… Será que vamos continuar sabendo que fomos por aí, pelos outros? Cadê a Ética do setor? Século 21. Não? Espero que os seus dirigentes de mídias e suas relações com todas as suas relações públicas, de governos ou privados, revejam todo este operandi, e que se estude uma Mídia, melhor, maior e mais saudável, de melhor comunicação social e menos poder, que é o que esperamos de vocês, que nos ajude a ir rumo a um país mais soberano e não anarquista, como os venho notando diante de mim e dos meus!!!!!!! Precisamos de mais sábios também por aí!!!!!!! Gostei desta matéria: Parabéns! Porém, é necessário que meditem por sobre tudo isto, que será o diferencial de mídia que espero em relação a governos principalmente, que mais precisamos e agente só vive isto e desta maneira quando está desempregado, momento em que agente mais precisa ver Ética e vemos o contrário, o antagonismo e a assimilação, sem a devida tropicalização à nossa realidade latente… Boa sorte, se decidirem mudar de caminho nesta resiliência importante que estou apontando! É necessário transcender nisto! (1º Corintios 8, 2º Timóteo 4, Tito 3)
Valeu! Basicamente eu era isto nesta referência cruzada, psicológica até… E após descobrir este convalescimento cerebral, esta validade humana de mercado, aonde o GPS humano, o meu está em jogo, o meu mecanismo de instinto de sobrevivência, que ficou abalado pelo Mercado, estou revendo a minha relação para com isto tudo…

Iot – Internet das Coisas – A era da revolução digital

A grande vantagem da Iot – Internet das Coisas, é que saímos da informática estatizante, genérica e de escopo mais de mercado horizontal, de setor, ou seja, de linhas de ramos aonde nos espelhávamos muito mais pelos lideres de mercado e suas soluções consagradas, as suas fórmulas de sucesso e de efeito de moda, e passamos, para as soluções mais verticais, ad-hoc, bem específicas muitas vezes, ou seja, mais em conformidade com as necessidades reais, não de um setor como um todo, muitas vezes, importado de um país de outra realidade em diversos ramos e até preocupantemente como do setor Médico, como costumamos fazer em desconsiderando que somos um país tropical, muitas vezes, partimos então com a Iot para o marketing 1:1, aonde a realidade dos seus clientes, são o que realmente mais importa, e com isto, temos melhor originalidade, performance, a personalização, a técnica dentre outros atributos, enfim, a competitividade em última análise fica melhor com a Iot.

A Iot funciona por meio de Sistemas Operacionais de baixo Foot print acoplados ao dispositivo, a ferramenta, ou seja, são sistemas leves, e em seu firmware, hardware, encontram-se os arquivos, como se fossem os logs de cada uma das suas informações mais relevantes ao que se precisa realmente mensurar daquela atividade fim, e por meio delas, estas tabelas, podemos por meio de técnicas de data mining, estabelecer padrões para atuações mais proativas e preditivas do que reativas em nossa atuação e em condições normais.

Um dos exemplos utilizados na Alemanha, pela SAP, é a utilização de Drones na Agricultura, país este, famoso até por deter toda a tecnologia do famoso “Guerra nas Estrelas”, para o caso de uma terceira guerra mundial, neutralizar muitos satelites, dando um enorme prejuízo estratégico aos seus rivais, então voltando ao Drone, eles fazem tudo com eles, jogam peteca, fazem Skates e muita pirotecnia, enfim, eles estão mudando, e saem mesmo daquela utilização “paranóica” e beligerante, dos conflitos enconômicos mundiais, e encontram com a Iot, na utilização em lavouras, até indo de encontro com o grande problema do setor, que são o combate aos fungos e as grandes pragas, por meio da utlização destes Drones, para pulverizações mais personalizadas, indo planta por planta, e reduzindo e otimizando, a utilização destes pesticidas, que muitos males provocam a saúde como mutações genéticas e o câncer. O Sistema é alimentado com imagens e com os padrões de cruzamento de imagens, encontram os padrões da planta e solucionam o problema dela de maneira muito ad-hoc, específica 1:1.

Acreditávamos que o Big Data, que se encontrava no topo das soluções, com petabytes de informação, seria mais do que o suficiente para a tomada de decisões, mas percebemos que estes sistemas faltavam informações, pois estão muito mais na linha do escritório, do Desktop, embora muito bem alimentados com as informações da rotina de empresa e até de campo muitas vezes, bancos de dados de pedidos, ERPs, CRMs, MRPs, SCMs e tudo o mais, já eram o suficiente para o mundo corporativo, contudo, a escala mudou com os mobiles principalmente, e estamos caminhando com a Iot, para os exabytes de informação, sim, porque os periféricos como dispositivos de RF – Rádio Frequência, em logística, sejam de esteiras industriais, seja de sensores de presença, que nos dão uma melhor noção da capacidade ociosa de um aparelho para a mudança dele de local o excluí-lo das próximas compras, sensores de temperatura, que ajustam refrigeradores com perecíveis, climatizadores, enfim, uma nova gama de produtos com o intuito de elevar o nosso patamar civilizatório a uma sociedade com maior e melhor qualidade de vida e não obstante muito mais competitiva, no mesmo compasso que os desfios da superpopulação se apresentam a nossa existência humana.

Vaticano é acusado de má gestão e desvio de doações em novo ‘Vatileaks’ (pelo Papa)

Vaticano é acusado de má gestão e desvio de doações em novo ‘Vatileaks’
Documentos vazados divulgados em livros revelariam perdas financeiras.
Doações para pobres financiam estilo de vida de cardeais, diz autor.
Da France Presse

Extraído de g1.globo.com – 03/11/2015.

Denúncias com base em documentos secretos vazados na Itália afirmam que as finanças do Vaticano são marcadas pela má gestão e pelo uso de doações para os pobres para manter o estilo de vida luxuoso de cardeais.
saiba mais:
Vaticano prende padre e leiga por suspeita de vazar documentos
O escândalo, batizado de novo “Vatileaks”, surgiu com o lançamento de dois livros que serão publicados nesta semana, escritos com base em documentos secretos que revelariam os males da Cúria Romana e uma forte resistência às reformas financeiras que o papa Francisco tenta implementar.
Os documentos teriam sido fornecidos pelo padre espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda e pela laica italiana Francesca Chaouqui, acusados e detidos pelo Vaticano no último fim de semana por roubo de textos confidenciais.
Os livros, que serão publicados nesta semana, são “Avaricia” de Emiliano Fittipaldi, da revista L’Espresso, e “Via Crucis”, de Gianluigi Nuzzi, jornalista do grupo de televisão Mediaset.
Oposição interna ao papa
O Papa Francisco durante uma audiência com o presidente da Geórgia em abril de 2015 (Foto: Tony Gentile/Reuters)
O Papa Francisco durante uma audiência com o presidente da Geórgia em abril de 2015 (Foto: Tony Gentile/Reuters)
Segundo a imprensa italiana, as obras revelam sobretudo a oposição interna às reformas financeiras do papa Francisco.
De acordo com Fittipaldi, o Vaticano emprega os recursos de doações para os pobres na sua administração central. Cerca de 400 milhões de euros teriam sido desviados do “Óbolo de São Pedro”, com doações provenientes de todo o mundo, para a Cúria Romana.
Vários cardeais, inclusive aposentados, residem em luxuosos apartamentos às custas da Cúria Romana, afirma Nuzzi, autor de outro livro com documentos roubados do escritório do papa Bento 16 e que marcou o final desse pontificado.
Segundo o autor, devido à má gestão das finanças vaticanas, foram registradas “perdas por diferenças no inventário” e “buracos” de até 700 mil euros no balanço do supermercado do Vaticano e de 300 mil euros no da farmácia vaticana.
Nuzzi disse ainda que o papa presidiu uma reunião a portas fechadas em 2013, lamentando que “os custos estejam fora de controle”, após indicar um aumento de 30% do número de funcionários em 5 anos.
Segundo Nuzzi, tanto Vallejo como Chaouqui, suas “fontes”, queriam “ajudar o papa” com a publicação dos documentos aos que tiveram acesso, como os especialistas da Comissão encarregada de estudar as reformas econômicas da Santa Sé.
‘Traidores’
“Não é uma maneira de ajudar a missão do Papa”, advertiu na segunda-feira (2) o Vaticano, que os considera “traidores” e ameaçou denunciá-los inclusive penalmente se for o caso.
“Este trabalho começou há um ano e baseia em informação verificada”, garantiu Fippipaldi. “Entendo que o Vaticano esteja preocupado (…). A investigação revela a distância entre a posição do papa e o funcionamento real”, comentou o jornalista.
Os livros citam e-mails, atas de reuniões, conversas privadas gravadas e notas que demonstram o excesso de burocracia, a má gestão, o desperdício e os gastos milionários com aluguéis.
Desde o início do seu pontificado, Francisco critica em público a Curia Romana, que, para ele, é um centro de “intrigas, fofocas panelinhas com ambições de fazer carreira”.
No passado, durante as celebrações do Natal, o pontífice descreveu as “15 doenças da Cúria”, entre elas o “Alzheimer espiritual”.

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólar

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólar
Relatório da Anistia Internacional revela a venda de informações de 1,8 milhão de pessoas por 138.380 dólares. Um negócio que se expande graças ao ‘big data’

Extraído de Brasil.Elpais.com
SUSANA PÉREZ DE PABLOS
4 MAI 2017 – 21:50 CEST

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólar

Quantas vezes por ano você clica em um quadradinho autorizando o acesso e a cessão de seus dados? Cinco? Dez? Faça as contas direitinho. Embora a Espada de Dâmocles aponte para as redes sociais, os dados são cedidos, na verdade, em qualquer transação na web: ao contratar um cartão de crédito, fazer uma compra, acessar uma rede wifi, participar de uma enquete, visitar sites… São dados que individualmente não têm valor, mas que, reunidos, constituem uma verdadeira mina, até mesmo mais valiosa do que uma mina de ouro. Não são apenas os dados particulares, mas também a atividade individual; por exemplo, cada compra ou cada emoticon usado na reação aos comentários nas redes sociais. O big data permite registrar as preferências políticas, religiosas, sexuais e alimentares, bem como a situação econômica, de saúde, policial e até mesmo emocional de cada pessoa. Os algoritmos secretos usados por essas empresas são cada vez mais sofisticados e suas possibilidades, portanto, infinitas.

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Uma equipe de pesquisadores da Anistia Internacional (AI) revela a oferta, por parte de uma dessas empresas, a Exact Data, dos dados de 1,8 milhão de muçulmanos por 138.380 dólares (cerca de 430.000 reais), ou seja, à base de 7,5 centavos de dólar por pessoa. A empresa em questão “teria uma base de dados total de 200 milhões de contatos dos Estados Unidos que podem ser filtrados por 450 categorias, tais como etnia ou religião”, detalha o relatório. Os dados foram comprovados pelo EL PAÍS na web. O site, ExactData.com, também oferece “um leque de listas de contatos pré-configurados”, como, por exemplo, a de “norte-americanos hispânicos não-assimilados (referência aos que não estão integrados na sociedade dos EUA, independentemente de sua situação legal)”.

Na Europa, há cerca de 50 grandes empresas ‘data brokers’; o total no planeta é desconhecido

Muitas das empresas que vivem da venda de dados particulares das pessoas não se escondem na web.

“O fato de se poder comercializar essas listas e de que elas possam acabar chegando a pessoas indevidas torna possível que sejam usadas em iniciativas que poderiam atingir os direitos humanos, como a criação de perfis sofisticados que podem atentar contra a privacidade”, alerta o diretor de comunicação da AI da Espanha, Miguel Ángel Calderón.

Exatamente daqui a um ano, em maio de 2018, começará a ser aplicada uma nova regulamentação europeia de proteção de dados, considerada mais rígida do que a atual e com a qual se espera que seja melhorado o controle dos cidadãos sobre os dados pessoais cedidos a terceiros, destaca Calderón.

Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares.ampliar foto
Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares. AI
Uma das autoras da pesquisa, Tanya O’Carroll, consultora de tecnologia e direitos humanos da AI, explica, em Londres, que o comércio de dados privados “é um negócio crescente”. “O avanço enorme registrado pelo big data na última década permitiu que os data brokers [empresas de comercialização de dados] saibam tudo sobre você”, diz a especialista. “Dados menores e abstratos que não têm nenhuma importância isoladamente adquirem grande valor quando são cruzados com as ‘curtidas’ no Facebook, por exemplo”.

O’Carroll destaca um dos aspectos mais relevantes da situação: o anonimato no setor. “Ele não é transparente. Sabem muito de você, mas você não sabe quem está de posse dos seus dados nem o nome dessas empresas”. De acordo com uma relação elaborada pela Anistia Internacional, apenas na Europa existem em operação pelo menos 50 data brokers. E no restante do planeta? “É impossível saber quantas existem nos Estados Unidos ou na Ásia. Centenas”, responde O’Carroll. O que o usuário pode fazer, então, para se proteger desse comércio ou pelo menos para ter algum controle sobre os seus próprios dados?

Privacidade e segurança

“As pessoas se acostumaram a ceder seus dados para qualquer coisa sem pensar que isso é inseguro e que vale dinheiro”, responde Álvaro Ortigosa, diretor do Centro Nacional de Excelência em Cibersegurança (CNEC), da Universidade Autônoma de Madri. “Mas, além de pensar na privacidade, deveríamos pensar também na segurança, na vulnerabilidade dessas bases de dados, que são muito substanciosas”, alerta Ortigosa.

Para o especialista, os usuários deveriam entrar nos endereços de todos os sites aos quais cederam seus dados pontualmente “e escrever o quanto antes para que os apaguem. Pelo sistema”. Quanto aos dados vinculados a algum serviço, como a rede wifi residencial, Ortigosa avalia que a legislação deveria obrigar as empresas a limparem os dados de particulares de forma sistemática e regular.

Mas, como atuam essas empresas? Borja González del Regueral, vice-reitor da IE School of Human Science & Technology, diz que “é um setor em que, seja vendendo, seja cedendo os dados, as empresas, com as novas normas europeias, são obrigadas, entre outras coisas, a informar ao usuário a cessão de seus dados a terceiros”. O maior problema, segundo esse especialista, “é que cabe a você a responsabilidade de ler o contrato quando cede seus dados, e quem vai ler 15 páginas toda vez que comprar uma calça pela internet?”. “Por isso, é preciso aumentar a transparência”, pensa González del Regueral.

Os data brokers, porém, não obtêm informações apenas a partir das transações ou das redes sociais. “Eles reúnem muitos dados de diferentes sites”, explica o especialista. “Dos registros públicos ou de qualquer atividade que esteja registrada em documentos divulgados na internet por alguma entidade”. E também não são eles os únicos que fazem comércio com as nossas informações privadas. “Os dados constituem um ativo para qualquer empresa. A questão é saber qual é a forma mais ética de comercializá-los”.

Volte, agora, a fazer suas contas. Quantas vezes você já cedeu seus dados nos últimos doze meses? Cinquenta? “Há uma tendência de alta na incorporação desse tipo de negócio nas próprias empresas tradicionais”, diz González del Regueral.

POLÍTICAS DE PRIVACIDADE CONFUSAS
A globalização da internet, com todas as suas facilidades, complica bastante o controle sobre os nossos dados. A Espanha tem fama de ser um dos países que mais proteção oferece nessa área. Duas leis, a Ger4al de Telecomunicações e a de Serviços da Sociedade da Informação, são voltadas para isso, como lembra Jesús Rubí, diretor-adjunto da Agência Espanhola de Proteção de Dados. “A nova regulamentação europeia, que será aplicada em 2018, significa um grande avanço. Ela estabelece que, nos casos em que a empresa não possui sede na União Europeia, quando os serviços são para usuários europeus ou de monitoramento de seu comportamento, ela tem de cumprir as normas europeias de proteção de dados e precisa indicar um representante. É um passo muito importante”.

Com relação à autorização dos usuários para que seus dados sejam cedidos, Rubí explica que “a situação legal vem evoluindo até a exigência de se detalhar os destinos específicos que serão atribuídos a esses dados. E deve ser livre, e não haver ameaça de retirada injustificada da prestação dos serviços em caso de negativa”. “O maior problema”, conclui Rubí, “é que as políticas de privacidade continuam sendo confusas e pouco acessíveis, pois em muitos casos as empresas oferecem serviços muito variados”.

O lado sena na verdadeira Imagem do seu Hard Drive e os impactos em Estratégia de IT mundo afora!

Quem é de TI e nunca passou por uma partida elétrica, como uma ferramenta de Senai no lugar errado para você, ainda que certo para o core business de seu cliente ou brother, atividade fim, e quem nunca perdeu um hard drive por problemas da famigerada trilha zero, aonde fica a sua MBR, a trilha inicial de boot, aonde tudo se inicia no sistema operacional, sem a qual o PC não rola e você perde um pouco na seleção natural do mercado de trabalho?
Quantos HDs não foram literalmente para o espaço, com informações grandes ou pequenas, não importa, foram suas, porque a engenharia de software é uma coisa e a de hardware é outra, sim, uma coisa, uma coisa, outra coisa, outra coisa, sem preciosismo, vitimismo… Alias a Rádio peão disto tudo, evoluiu tanto, que é capaz de tranformar verdadeiros Médicos em monstros do lago ness… Também não quero com isto me apresentar como o Lord Byron ou o Vira-Lata, por favor, considerem que tive mais adolescência e infância do que a alta, não tenho dinheiro para me educar pela Fox, talvez um dia, possa compreender melhor aquelas joalherias da Europa também em nossa economia…
Tal fato ocorre na praça, porque as formatações e as técnicas de manejo dos HDs, seja pela MS, seja pela Norton dentre outros, não contemplam a janela do processo integral de magnetização física mas apenas a lógica, mais especificamente pelos processos envolvendo a FAT, não a family, por favor, não me levem a mal, misericórdia… Talvez seja porque tempo é dinheiro, quem sabe? São universos distintos, aonde realmente o que vale mais é o capital do que o trabalho pra variar, nestes disfarces para uns, e jogo-de-cintura para outros… Fato verídico é que a BIOS parou de Magnetizar mesmo o Hard Drive, tal qual como antes o fazia nos seus processos de vida e de menor indiferença! A MS e as outras também podem fazer isto no Windows, lógico!
A trama é complexa, e envolve diversos atores como a busca pela energia pura, que para agente parece mais uma tragicomédia de impurezas, principalmente quando é no nosso que a bateria arria, e não temos o dinheiro suficiente para a reposição do artefato estratégico, digo isto, aonde o dinheiro faz a diferença para nós, no denominado mercado SOHO lá, ou seja, PMEs – Pequenas e médias empresas e pessoas de mais simplicidade. As grandes corporações de alta-roda, hoje-em-dia, já estão em outra, na Cloud Computing e tudo o mais, e nos chamam de caretas, quando nos vêem gingando em textos como estes, hoje mais de boa do que antes, quando o país tinha menos liberdade de expressão e mais liberdade assistida do que hoje… Ainda não vivemos no céu e nem no City-Tour da classe média! Somos um país de gente pobre, que de fato, hoje sonha um pouco mais e precisa de menos paralelitudes e mais de atitudes!
Resumindo, perdemos estratégias importantes em nossas vidas e até saúde mental mesmo com todos estes desgastes bancados por nossa conta, quando demoramos em retrabalhos de reconstituição de nossas vidas e em TI, remonte de informações, e isto não ocorre apenas no Brasil, é mundial mesmo. Enquanto o primeiro mundo fala em SLAs de 99,999%, contratos que garantem erro praticamente zero de perda, não temos ainda a devida preocupação, a maturidade com o estilo MBR de nossos fornecedores com os quais confiamos a nossa estratégia, de boa fé, ainda que tenhamos Backups, também quando isto é possível.

Viram só, como agem as forças ocultas também subliminarmente afim de nos banalizar!

Percebam, se queremos uma democracia plena, temos que lutar por ela, com os dons de que Deus nos delegou em nossa pequena esfera de atuação, para a resiliência de transformar esta sena de um HD baleado, em algo mais produtivo para a humanidade, da qual pertencemos realmente, e pagar menos Bills desta natureza, aonde mais nos agridem do que nos constroem, com a ausência de raciocínio estratégico para as nossas vidas, principalmente de quem nos governa que deveria ver isto e parece não estar no mesmo compasso, devemos cobrá-los mais também por estas deixas de intangibilidade e por raciocínio colateral em que envolve o nosso dinheiro no mais amplo sentido, o mais verdadeiro…

‘Big Data’: antídoto contra a corrupção? – (Extraído do Elpais.com.br)

A tomada de decisões na esfera pública pode se apoiar em dados e algoritmos para evitar arbitrariedades e erros humanos, mas enfrenta o problema da privacidade

NURIA OLIVER – (Extraído do Elpais.com.br)
27 MAR 2017 – 18:45 BRT

Nos últimos anos, temos assistido a uma transição sem precedentes em nossa história: vários tipos de dados sobre o comportamento humano (o que fazemos, para onde vamos, quanto gastamos, o que consumimos, com quem nos comunicamos…) deixaram de ser um recurso inexistente ou muito escasso e agora estão disponíveis de maneira abundante e em tempo real. Esta disponibilidade de grandes quantidades de dados (Big Data) sobre cada um de nós está mudando profundamente o mundo e levou ao surgimento de uma nova disciplina chamada Ciências Sociais Computacionais.

As finanças, a economia, a saúde, a medicina, a física, a biologia, a política, o marketing, o jornalismo e o planejamento urbano, entre outras áreas, experimentaram o impacto deste fenômeno. A análise de dados agregados sobre o comportamento humano em grande escala abre oportunidades extraordinárias para compreender e moldar padrões de conduta, assim como para auxiliar na tomada de decisões, de modo que já não somos nós os seres humanos que decidimos, e sim que as decisões venham determinadas por algoritmos construídos a partir desses dados. Por que iríamos querer que um algoritmo decida?

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“Facebook e Apple poderão ter o controle que a KGB nunca teve sobre os cidadãos” Proteger o Big Data
Essa ideia de algoritmos que tomam decisões no lugar das pessoas pode ser perturbadora. Mas não devemos esquecer que a história está repleta de inúmeros exemplos de extrema parcialidade no processo de tomada de decisões por humanos — particularmente, a partir das estruturas de poder na distribuição dos recursos, da justiça, da igualdade ou dos bens públicos.

Corremos o risco de substituir a ‘tirania dos especialistas’ pela ‘tirania dos dados’

Isto levou a resultados ineficientes, corruptos, injustos, com sérios conflitos de interesse e com consequências, em muitos casos, devastadoras para milhões de pessoas (alguns exemplos recentes: a crise econômica, as hipotecas com cláusulas contratuais fixadas com limite mínimo de juros, os casos de corrupção…). Diante disso, o desenvolvimento de algoritmos para a tomada de decisões com base em dados reflete a busca da objetividade e da aspiração de decidir baseando-se em evidências de modo a eliminar — ou pelo menos minimizar — a discriminação, a corrupção, a injustiça ou a ineficiência das quais, infelizmente, as decisões humanas não escapam. No contexto do bem social, William Easterly propõe o conceito da “tirania dos especialistas”, segundo o qual economistas, centro de estudos, agências de ajuda humanitária, analistas e especialistas têm dominado projetos globais de desenvolvimento econômico e de redução da pobreza.

Como consequência desta “tirania”, tem-se observado que os especialistas preferem soluções tecnocráticas que, muitas vezes, não respeitaram os direitos individuais dos cidadãos e não tiveram o impacto positivo esperado.

Dado o potencial dos dados, nos últimos anos tem surgido um campo fértil de pesquisa focada no desenvolvimento de fórmulas para a tomada de decisões na área de melhorias sociais, ou seja, algoritmos que influenciam nas decisões e na otimização de recursos. Esses algoritmos são projetados para analisar grandes quantidades de informação de várias fontes e, automaticamente, selecionar os dados relevantes para usá-los de forma concreta.

As conclusões que podemos tirar são essenciais para enfrentar os grandes desafios de nossa espécie

É o que se chama big data para o bem social. E, nesse campo, foram realizados projetos que têm analisado o valor dos dados para entender o desenvolvimento econômico de uma região, prever o crime, estipular modelos de propagação de doenças infecciosas como a gripe ou o ebola, estimar as emissões de CO2 ou quantificar o impacto de desastres naturais. Pesquisadores e Governos, ONGs, empresas e grupos de cidadãos estão experimentando ativamente, inovando e adaptando ferramentas de tomada de decisões para alcançar soluções que estejam baseadas na análise de informações. O potencial é enorme, e esta é justamente uma das motivações da minha pesquisa nesta área.

Dentro da comunidade científica, também foram identificados vários desafios sociais, éticos e legais relacionados à tomada de decisões por meio de algoritmos, afetando questões como a privacidade, a segurança, a transparência, a ambiguidade em relação à responsabilidade, o viés e a discriminação. De fato, em 2014, a Casa Branca divulgou o relatório “Big Data: Capturando Oportunidades, Preservando Valores”, ressaltando a discriminação potencial que os dados podem conter e identificando certos riscos em relação ao uso de dados pessoais para tomar decisões sobre o crédito, a saúde ou o emprego das pessoas. Corremos o risco de substituir a “tirania dos especialistas” por uma “tirania dos dados”, se não nos conscientizarmos e tomarmos medidas para minimizar ou eliminar as limitações inerentes nas decisões baseadas em dados.

Cifras que geramos: a cada dia são criados 2,5 bilhões de gigabytes de dados, segundo um estudo da IBM em 2012

A fim de aproveitar devidamente o potencial das decisões baseadas em dados e avançar em direção a um mundo mais justo, honesto e igualitário, existem quatro grandes desafios que devemos resolver no uso de algoritmos na tomada de decisões.

O primeiro obstáculo é garantir a privacidade dos indivíduos. Como os algoritmos têm acesso a dados provenientes de um número crescente de fontes, mesmo se esses dados são anônimos, a partir de seu cruzamento e combinação seria possível inferir algumas características sobre uma pessoa em particular, ainda que essa informação nunca tenha sido divulgada pelo indivíduo, como ilustrado no trabalho de Yves Alexandre de Montjoye. Felizmente, medidas podem ser tomadas para minimizar ou eliminar o impacto sobre a privacidade, tais como a agregação de dados anônimos.

Outro desafio é a assimetria no acesso à informação. Poderíamos chegar a uma situação na qual uma minoria tem acesso a dados e dispõe do conhecimento e das ferramentas necessárias para analisá-los, enquanto que uma maioria, não. Esta situação agravaria a assimetria existente na distribuição de poder entre Governos ou empresas, por um lado, e pessoas do outro. Iniciativas para promover dados abertos (open data) e programas de educação que promovam a alfabetização digital e a análise de dados são dois exemplos de medidas que poderiam ser desenvolvidas para mitigar isso.

O terceiro ponto de divergência é a opacidade dos algoritmos. Jenna Burrell fala de uma estrutura que caracteriza a opacidade dos algoritmos em três tipos: 1) opacidade intencional, onde o objetivo é a proteção da propriedade intelectual; 2) a opacidade da ignorância, porque a maioria dos cidadãos não tem o conhecimento técnico para compreender os algoritmos de inteligência artificial subjacentes; e 3) opacidade intrínseca, resultado da natureza das operações matemáticas utilizadas, que, muitas vezes, são muito difíceis ou impossíveis de interpretar. Esses tipos de opacidade podem ser minimizados com a introdução de legislação que obrigue o uso de sistemas abertos, com programas educacionais em pensamento computacional, com iniciativas para explicar aos cidadãos sem conhecimentos técnicos como os algoritmos da tomada de decisões funcionam e com o uso de modelos de inteligência artificial que sejam facilmente interpretáveis, embora satisfazer tal condição implique utilizar modelos mais simples ou obter resultados inferiores quando comparados com os obtidos com modelos “caixa preta”.

O último desafio é a exclusão social e a discriminação em potencial que poderiam resultar das decisões tomadas por algoritmos baseados em dados. As razões são múltiplas: em primeiro lugar, os dados utilizados podem conter vieses que são refletidos nesses algoritmos; além disso, se os modelos não são usados corretamente, os resultados podem ser discriminatórios — isso foi demonstrado no recente trabalho de Toon Calders e Indr Žliobaitė. Outro risco é que oportunidades sejam negadas a certos indivíduos, não devido às suas próprias ações, e sim por causa de ações de outras pessoas com as quais compartilham algumas características. Por exemplo, algumas empresas de cartões de crédito têm reduzido os limites para clientes não com base em seu histórico financeiro, e sim a partir da análise de dados de outros clientes com um histórico financeiro negativo, que compraram nas mesmas lojas onde os clientes punidos haviam consumido, como refletido em um relatório pela Comissão Federal de Comércio dos EUA. Por isso, é de vital importância conhecer bem tanto as virtudes quanto os problemas dos dados e dos modelos utilizados, e realizar a análise necessária para identificar e quantificar possíveis limitações.

Felizmente, esses desafios não são insuperáveis. O potencial dos dados para ajudar a melhorar o mundo é imenso em muitas áreas, incluindo a saúde pública, a resposta a desastres naturais e situações de crise, a segurança pública, o aquecimento global, a educação, o planejamento urbano, o desenvolvimento econômico ou a elaboração de estatísticas. De fato, o uso do big data é um elemento central dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (SDG) das Nações Unidas: os dados — e as conclusões que podemos tirar com sua análise — são e serão um elemento-chave para nos ajudar a enfrentar os grandes desafios de nossa espécie.

Bem utilizados, os dados oferecem a oportunidade de democratizar certas decisões, superando a “tirania dos especialistas” mencionada anteriormente e conseguindo que as decisões respondam a variáveis menos sujeitas à arbitrariedade de alguns poucos. Mas também devemos encontrar um equilíbrio e assumir a responsabilidade para não cair em uma “tirania dos dados”. Somente a partir de um compromisso coletivo que envolva pesquisadores, políticos e outros agentes sociais como os cidadãos — qualquer um que possa estar lendo este artigo — poderemos explorar e aproveitar as possibilidades potenciais que os dados oferecem para a conquista do bem comum, do nosso e das gerações futuras. Temos uma oportunidade que não devemos— nem podemos — perder.

Nuria Oliver é especialista em inteligência artificial e ‘big data’, coautora do relatório ‘The Tyranny of Data? The Bright and Dark Sides of Data-Driven Decision-Making for Social Good’.