Estratégia de Estoque: O Grupo Pão de Açúcar é a maior logística do Varejo Nacional.

Hoje no mundo dos negócios não basta apenas uma visão administrativa com controles de estoque excelentes, como a metodologia da curva ABC e com análise de Pareto, em que dividem-se os itens de maior valor, que são a minoria, dos de menor, que são a a maioria dos itens, sendo que os primeiros grupos de itens são controlados pela Diretoria, e os segundos sendo delegados o controle a gerentes e ao operacional da empresa. O que origina e nos motiva a capacitação em Data Science e BI é a crise econômica, com ela, o crescimento do setor de marketing, com a rigidez da concorrência, em fatores como o da estratégias de estoque em função dos preços de varejo, uma das peças chave do segredo de sucesso de muitas redes de varejo mundial como o nosso Grupo Pão de Açúcar em nível nacional. Estratégias como o Acordeão, em que fixam os preços dos itens como os da cesta básica em valores mais baixos para atrair clientes a outros milhares de outros itens complementares em suas compras, também ajudam um pouco às PMEs – Pequenas e Médias Empresas, mas são estratégias ultrapassadas e paliativas, num ciclo maior de economia e da economia.

Ferramentas como Power BI com ou sem Excel, Tableaux e o Qlik-View, de nível estatístico B, em ferramentas, têm uma versatilidade, com bases de dados extensas, num mercado e economia complexas, dando versatilidade e velocidade para uma economia também dinâmica, mas isto ajuda, dá um certo fôlego também no processo decisório, mas também não resolve o problema do desabastecimento calculado e sem visão da política. Da maneira como o Brasil cresceu, estas redes de varejo nacional e fornecedores internacionais, conseguiram oligopolizar setores como este, são cada vez menos fornecedores, para a mesma fatia de mercado. Enquanto as redes de menor porte travam uma luta feroz de sobrevivência em matketing agressivos que muitas ve\es auxiliam pessoas na inclusão alimentar, estas se expõem a valores de produtos, com preços e margens menores, cometendo até sonegação fiscal e mão de obra escrava, como no caso das carnes, num risco ainda maior para eles e para o país como um todo, por outro lado estas outras redes de grande valor, acumulam capital, reduzindo os preços gradativamente, pois já que trabalham com margens maiores em função de deter os bens, os itens, e as garantias maiores, a seus fornecedores. A participação das PMEs no varejo nacional, já é de menos de 30%, e vem caindo neste processo predatório, e sem condições de retrocesso da concentração de renda mundial, gradativamente e atualmente, vem sendo predatória, embora não sabemos se sem eles, a economia demoraria mais para acontecer como tal, ou se nós mesmos demoramos com isto tudo. E em condições aonde outro gigante como o Wall Mart, a maior rede de varejo do planeta, vem chegando ao Brasil e batendo as portas entre outros gigantes, até o Grupo Pão de Açúcar, passou por processos de realinhamento estratégico. Até a CET – Companhia de Engenharia de Tráfego, que auxilia o MP – Ministério Público em muitas operações investigativas é afetada, mudando o sentido de mãos de vias e sinalização, em função deste desenvolvimento Centro-Bairro do varejo e da Economia tradicional, com estas mudanças, num processo incessante e complexo de BI de nível estatístico A, de estratégia e de fórmulas matemáticas complexas, pois trata-se do abastecimento logístico nacional, que não pode parar mesmo sendo um processo incondicional e lento como são as mudanças culturais.

O que originou a IOT – Internet das coisas, foi toda a tecnologia de coleta de dados do varejo, por meio de leitores como os de código de barras, e os hand-helds e outros de coleta de pedidos, enfim, tanto um, quanto o outro, trabalham com dados não estruturados, como o crescente Big Data, muitas vezes pela grande quantidade de aparelhos como tablets e celulares, ou seja, aumentaram os dispositivos e as aplicações, indo ao SOHO, mercado residencial e modificarão num futuro bem próximo, todo o nosso sistema de trocas novamente como no feudalismo,  dados dos mais variados tipos de periféricos, são hoje mais centralizados, e replicados em Datawarehouses também, para não atrapalhar a produção, exigindo um Banco de Dados próprio, enfim, no processo denominado ETL, transformação destes dados, destes Bancos de Dados em Big Data, para a compilação, o ajuntamento destes dados, em algo mais inteligível e decisório, dentro da atividade fim das empresas, no processo empresarial. Neste processo, ganha quem detém mais o ferramental das tecnologias de BI como o Power BI, Tableaux e Qlik View dentre outros, e sabem interpretar estes dados em função da atividade fim da empresa, quem entende do negócio, mas também se sobressaem melhor, quem entende de estatística no nível A, sabendo otimizar desempenhos, por meio de KPIs suas frotas e administração, manutenção, estoques, enfim seu analytics, sabendo como as coisas funcionam, tanto no nível macro da economia, quanto no nível microempresarial.

Diante disto tudo, ainda resta-nos lamentar pelo Brasil não contar com leis antimonopólio, como as leis Sherman americanas, ou até melhores já que somos modernos, também pelo nosso Sistema Financeiro Público e Privado, não nos darem o suporte, para entendermos melhor este processo de concentração de renda mundial e global, digo que poderiam ser diferentes, não menos ricos, e ainda neste processo, um cem número de empresas, quebram em função desta ordem de acontecimentos, muita energia dissipada e perdida por uma falta de visão principalmente dos governos, muitos recursos perdidos e concentrados nas mãoe de poucos, segundo a importante e oportuna FGV de São Paulo, também não é a toa que se concorde com o dólar e sua lógica sempre em favor deles, a carteira de cobrança dos Bancos é mais de 40% em cobrança, e suas estruturas são recalcadas nisto, como resposta à concentração de renda, também no mercado financeiro, pequeno e nas mãos de poucas transnacionais, mas já com importantes valores, sobre políticas como as importações, enfim, poderia ser 10x maior e mais amplo, no planejamento estratégico da logística brasileira… O Data Science, o BI e o Analytics vêm chegando com tecnologias como o Spark e muitos outros, junto com a internet e os computadores cada vez mais velozes, poderos e em núvens que já orbitam outros planetas, em novas demandas, embora não se tenha ainda muitos profissionais capacitados, para dar a devida resposta aos mercados e a população e até o vale do silício reclama de decepção nisto, mas vêm aos poucos, mudando a velha economia para a nova, hoje são 70% do e-commerce concentrado nas mãos das PMEs, em resposta natural neste processo de uma economia que não pode e não vai parar, mas muito se há que fazer, que se mudar, para que tenhamos um país mais socialmente correto e economicamente justo. Estamos sim indo para um caminho a passos menores do que poderíamos, e que precisa ser mudado, encarando-se os problemas com mais maturidade e de frente, e esclarecendo certos pontos, que necessitam ser realinhados, para uma melhor satisfação, de um maior número de pessoas e da paz social e mundial, mais no plano político do que no corporativista, que atrapalha o processo por seus interesses menores quanto aos povos onde se instalam. Para isto, precisamos ter uma educação universitária, que tenha este suporte de conhecimentos a uma Ciência mais coesa em seus mais diversos ramos, pois anda está muito fragmentada e sem ideologias, uma vez que a Ciência não compila as tecnologias, as soluções todas como deveria, enfim não resta apenas o computador, embora seja um importante e decisivo passo deter este conhecimento com a grande colaboração de empresas como a Intel, que nos prouve deste acesso,  mas muita atitude humana também falta, sobretudo moralidade política, para sabermos os nossos valores e exigirmos do mundo também mais este respeito pela paz mundial, da qual não parece, mas anda na prática indiferentemente, acreditando em velhos controles como os das comunicações, que vem mudando aos poucos de visão também, mas aonde ninguém quer ser o pai da criança feia, enfim, estes que parecem não servirem mais, aonde a população dá respostas cada vez mais ignorantes, diante destas ausências de pensamento estratégico maior e da queda moral dos Estados de Direito como o brasileiro ultimamente dentre outros com a ascenção da ultra direita em diversos países.

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