Iot – Internet das Coisas – A era da revolução digital

A grande vantagem da Iot – Internet das Coisas, é que saímos da informática estatizante, genérica e de escopo mais de mercado horizontal, de setor, ou seja, de linhas de ramos aonde nos espelhávamos muito mais pelos lideres de mercado e suas soluções consagradas, as suas fórmulas de sucesso e de efeito de moda, e passamos, para as soluções mais verticais, ad-hoc, bem específicas muitas vezes, ou seja, mais em conformidade com as necessidades reais, não de um setor como um todo, muitas vezes, importado de um país de outra realidade em diversos ramos e até preocupantemente como do setor Médico, como costumamos fazer em desconsiderando que somos um país tropical, muitas vezes, partimos então com a Iot para o marketing 1:1, aonde a realidade dos seus clientes, são o que realmente mais importa, e com isto, temos melhor originalidade, performance, a personalização, a técnica dentre outros atributos, enfim, a competitividade em última análise fica melhor com a Iot.

A Iot funciona por meio de Sistemas Operacionais de baixo Foot print acoplados ao dispositivo, a ferramenta, ou seja, são sistemas leves, e em seu firmware, hardware, encontram-se os arquivos, como se fossem os logs de cada uma das suas informações mais relevantes ao que se precisa realmente mensurar daquela atividade fim, e por meio delas, estas tabelas, podemos por meio de técnicas de data mining, estabelecer padrões para atuações mais proativas e preditivas do que reativas em nossa atuação e em condições normais.

Um dos exemplos utilizados na Alemanha, pela SAP, é a utilização de Drones na Agricultura, país este, famoso até por deter toda a tecnologia do famoso “Guerra nas Estrelas”, para o caso de uma terceira guerra mundial, neutralizar muitos satelites, dando um enorme prejuízo estratégico aos seus rivais, então voltando ao Drone, eles fazem tudo com eles, jogam peteca, fazem Skates e muita pirotecnia, enfim, eles estão mudando, e saem mesmo daquela utilização “paranóica” e beligerante, dos conflitos enconômicos mundiais, e encontram com a Iot, na utilização em lavouras, até indo de encontro com o grande problema do setor, que são o combate aos fungos e as grandes pragas, por meio da utlização destes Drones, para pulverizações mais personalizadas, indo planta por planta, e reduzindo e otimizando, a utilização destes pesticidas, que muitos males provocam a saúde como mutações genéticas e o câncer. O Sistema é alimentado com imagens e com os padrões de cruzamento de imagens, encontram os padrões da planta e solucionam o problema dela de maneira muito ad-hoc, específica 1:1.

Acreditávamos que o Big Data, que se encontrava no topo das soluções, com petabytes de informação, seria mais do que o suficiente para a tomada de decisões, mas percebemos que estes sistemas faltavam informações, pois estão muito mais na linha do escritório, do Desktop, embora muito bem alimentados com as informações da rotina de empresa e até de campo muitas vezes, bancos de dados de pedidos, ERPs, CRMs, MRPs, SCMs e tudo o mais, já eram o suficiente para o mundo corporativo, contudo, a escala mudou com os mobiles principalmente, e estamos caminhando com a Iot, para os exabytes de informação, sim, porque os periféricos como dispositivos de RF – Rádio Frequência, em logística, sejam de esteiras industriais, seja de sensores de presença, que nos dão uma melhor noção da capacidade ociosa de um aparelho para a mudança dele de local o excluí-lo das próximas compras, sensores de temperatura, que ajustam refrigeradores com perecíveis, climatizadores, enfim, uma nova gama de produtos com o intuito de elevar o nosso patamar civilizatório a uma sociedade com maior e melhor qualidade de vida e não obstante muito mais competitiva, no mesmo compasso que os desfios da superpopulação se apresentam a nossa existência humana.

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