Luta entre Predadores: Que lição devemos tirar das disputas comerciais?

Vivemos num “teatro” no Sistema Financeiro Internacional, e isto inclui o Brasileiro. O varejo no Brasil, por exemplo, vem concentrando renda entre os maiores, de tal sorte que encolheu-se e encolherá mais, nitidamente a participação das PMEs – Pequenas e Médias Empresas do setor, fora que os grandes fornecedores, também vêm se reduzindo em número, vêm concentrando a renda nas mãos de poucos há um tempo.

Mesmo com tanta Tecnologia da informação, com tanto Data Science e Analytics no acesso às PMEs dadas as políticas corajosas de Open Sources (Software Livre), que reduz em 40% o TCO, o Custo de propriedade de Software, no processo de implantação de TI, o fenômeno denota um verdadeiro “teatro” de liberação de crédito entre as Instituições Financeiras, sabendo-se que a quebradeira continua e continuará, por conta de estratégias de Estoque, como o é o Grupo Pão de Açúcar, que joga muito bem com isto, seja por estratégias de presença, como no caso de suas lojas como o Extra ou as Casas Bahia, ou mundialmente o Wallmart, seja por preço ou custo, enfim, o Buziness de Inteligência, adia a derrocada, mas esta vida é do maior, o Predador, por uma questão de tempo, dado que não é grande por esta falta de esperteza.

Leis Anti Monopólio, Anti Cartel e Anti Lobbies ajudariam vários setores, como este e o próprio Mercado Financeiro, que como varejo que é, sofre deste mesmo mal, e o dólar sobe em disparada também por conta disto, e torna-se um verdadeiro “cabresto” do nosso desenvolvimento econômico, enquanto país.

Como resposta em custos e em migração deste povo, temos que o E-Commerce, concentra-se cerca de 70% nas mãos das PMEs, e boa parte em Mobiles empobrecendo a internet em termos de conteúdo, mas os grandes também têm uma forte e agressiva presença neste setor. Se nada for feito no sentido de uma diversificação maior de setores como este, o nosso Sistema Financeiro Nacional, continuará um oligopólio e tendo mais de 40% de sua receita em cobrança e não em novos negócios, inovação (Como o é a China), o que também é mal para o país. A sonegação fiscal, que é um outro PIB, também atrapalha com corporativismo e tudo o país, transformando-o na atual corruptocracia de Justos Veríssimos, atrapalhando o dinheiro de permanecer mais por aqui, na forma de investimentos, nestes mesmo mercados ou em noutros para o bem de todos, perfazendo na prática o chamado neocolonialismo tando pelas elites dos Bancos de dentro, quanto dos Bancos de fora do País.

Enfim, em tempos de crise, o Data Science pelo marketing, vai atuando como nunca, dada a competição acirrada, para tentar adiar o processo predatório do Capitalismo Concentrador, e até consegue algumas boas realizações com insights de BI e CRM para alavancar as vendas, mas ter este tipo de investimento não é tudo, se os Governos daqui e de fora, não perceberem que temos que ter leis também como nos EUA, no sentido de proteger os mercados, que são as leis de Sherman, continuaremos numa luta desleal, se analisarmos bem a fundo pelas questões de ética e encararmos esta crise como se deve, com maturidade e com um Data Science maior e de Governos, que ajudem a todos os Brasileiros com mais coesão e responsabilidade do que o é. Temos um IBGE e um IPEA que vem formando e informando melhor, mas precisamos de mais responsabilidade na distribuição de nossas riquezas pelo conhecimento de causa, para dizimar a crise e aniquilar a mendicância, o Kernel Duro(inanição), que é uma vergonha neste afã tecnológico de que tanto falamos, um contraste que mais parece ignorância de egoísmo de uma concentração de renda indiferente à sociedade, do que inteligência social e emocional. Estamos numa crise mais pela falta de visão dos governantes no sentido de demonstrar ao Dinheiro quem é mesmo o dono de quem…

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